quarta-feira, 27 de abril de 2011

REFLEXÃO: Como criar um delinquente

       São dez maneiras fáceis de criar filho desajustado socialmente e moral­mente enfermo, um delinqüente no exato sentido do termo.
 
 1 - Comece na infância dar ao seu filho tudo o que ele quiser.Assim, quando crescer, ele acreditará que o mundo tem obrigação de lhe dar tudo o que deseja.
 
 2 - Quando ele disser nomes feios, ache graça.  Isso o fará considerar-se interessante,

 3 - Nunca lhe de orientação religiosa. Espere até que ele chegue aos 21 anos e "decida por si mesmo".
     
      4 - Apanhe tudo o que ele deixa jogado: livros, sapatos, roupas. Faça tudo para ele , para que ele aprenda a jogar sobre os outros toda a responsabilidade.

      5 - Discuta com freqüência na presença dele. Assim não ficará chocado quando o lar se desfizer mais tarde.
    
      6 - Dê-lhe todo dinheiro   que ele  quiser. Nunca o deixe ganha seu próprio dinheiro.  Por que terá ele de passar pelas mesmas dificuldades por que você passou?

 7 - Satisfaça todos os seus desejos de comida, bebida, conforto.  Negar pode acarretar frustrações prejudiciais.

      8 - Torne o partido dele contra vizinhos professores, policiais (todos têm má vontade para com seu filho),
       
       9 - Quando se meter em alguma encrenca   séria dê esta desculpa: "Nunca consegui   dominá-lo."

10 - Prepare-se para uma vida de desgosto. É o seu merecido destino.


 
Autor Desconhecido

PENSAMENTO...

"Os filhos tornam-se para os pais, segundo a educação que recebem, uma recompensa ou um castigo."

(J. Petit Senn)

DICA: Aprender a ler e a escrever - Uma proposta construtivista

 
 
Sinopse
 
       Dispomos, atualmente, de um número significativo de estudos sobre como as crianças aprendem a ler e a escrever. Também sabemos que a observação da maneira como a criança aprende pode melhor ajudá-la a fazê-lo. Reunindo todo esse conhecimento, Teberosky e Colomer, duas das principais pesquisadoras e formadoras de professores alfabetizadores, apresentam neste livro instigante a história de como crianças de cinco ou seis anos aprendem a ler e a escrever e de como os demais personagens e o cenário intervêm na aprendizagem da leitura e da escrita.

terça-feira, 8 de março de 2011

NOTÍCIA: MEC finaliza matriz de concurso nacional para professores

Dez meses depois do anúncio da proposta, começa a sair do papel a criação da Prova Nacional de Concurso para o Ingresso na Carreira Docente. A ideia do Ministério da Educação (MEC) é aplicar anualmente uma prova para selecionar professores interessados em trabalhar na rede pública.

Os resultados serão utilizados pelas secretarias municipais e estaduais de Educação que aderirem ao projeto. A portaria que normatiza o exame foi publicada hoje (3) no Diário Oficial da União e a matriz dos conteúdos está disponível para consulta pública na internet.

A prova será de responsabilidade do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep). Inicialmente, a ideia é que ela fosse aplicada em 2011, mas a primeira edição será no ano que vem, adianta o ministro Fernando Haddad. Logo que a proposta foi lançada, entidades que representam as instituições formadoras de professores e representantes da categoria questionaram o formato e a finalidade do exame. O MEC e o Inep tiverem que sentar à mesa com essas organizações para fechar a matriz e instituir um comitê de governança que dará a palavra final sobre o documento.

"A conclusão de vários estudos é de que as provas de concurso, em geral, são mal elaboradas do ponto de vista da seleção de quem vai trabalhar em sala de aula, elas não definem claramente qual é o perfil do bom professor. Nosso trabalho agora é legitimar uma matriz de referência que possa ser usada inclusive por aqueles que  que não queiram se valer da prova nacional", defende Haddad.

Segundo o ministro, anualmente cerca de 100 mil professores ingressam na rede pública. Ele acredita que a matriz pode servir de referência para que estados e municípios melhorem seus processos seletivos.  "Nosso papel é induzir. Esse trabalho causa impacto na qualidade dos concursos, independentemente da realização da prova nacional. Isso tem impacto para trás, na formação inicial, e para frente, na própria carreira", diz.

Ainda não há previsão de quando a primeira edição será realizada e, segundo Haddad, não há "pressa". As entidades deverão apresentar sugestões de alteração à matriz até o fim de março. A presidenta do Inep, Malvina Tuttmann, explica que o próximo passo é fazer uma chamada pública para especialistas em educação interessados em formar um banco de itens, já que o Inep não tem questões preparadas para avaliar esse público. "Isso já vai ocorrer paralelamente. Esses profissionais serão qualificados para fazer um exame de grande escala", aponta.

De acordo com o documento, a prova vai avaliar o profissional a partir de três dimensões: profissão docente e cidadania, trabalho pedagógico e domínio dos conteúdos curriculares. Serão exigidos conhecimentos em temas como políticas educacionais, gestão do trabalho pedagógico, além do domínio dos conteúdos como língua portuguesa , matemática, história e artes.

Jornal de Jundiaí, 04/03/2011.